
Oi gente! Aqui estou começando mais uma coluna aqui no blog! Espero que vocês curtam, pra eu fazê-la sempre! O meu plano é que essa coluna seja quinzenal, pra ficar alternando com a coluna sobre mangás! O nome da coluna pode ou não ser provisório (depende se vocês gostarem ou não XD)! Mas então, vamos começar?
Quoting Hop é uma coluna quinzenal de compartilhamento de quotes! A cada coluna um livro é escolhido (não muito) ao acaso pra termos mais uma oportunidade de saber se o livro é realmente bom por meio de algumas passagens – sem spoilers, claro – dele. Conto com a participação de vocês, não só para compartilhar os quotes mas também para mostrar suas opiniões sobre eles!
A ideia dessa coluna me veio quando eu estava escrevendo a resenha de ontem, que foi do livro O Mundo de Vidro, do Mauricio Gomyde. Como vocês podem reparar na resenha, eu amei o livro e fiquei na dúvida como poderia compartilhar tantos quotes legais que existem no livro! Pensei em usar os quotes normalmente na resenha, mas como ando pensando bastante em coisas mais participativas pro blog, a ideia pra esse post começou a surgir!
Então, here’s the thing: colocarei alguns quotes de O Mundo de Vidro aqui (juro que tentarei não me empolgar e colocar o livro inteiro XD), pra vocês “sentirem” um pouco a história e a narrativa. Quem já leu e quiser compartilhar algum(ns) quote(s), agradeço imensamente a participação! É só colocar o(s) quote(s) nos comentários que eu adicionarei aqui no post depois! Vai ser ótimo também se você já tiver resenhado o livro, assim além do(s) quote(s) você também pode divulgar sua resenha \o/! E quem ainda não leu o livro também pode participar, comentando o que achou dos quotes e o que pensa do livro depois de lê-los (e depois de ler a resenha, também)! Caso tenha algum spoiler no quote, eu coloco uma marcação enorme, pra não estragar a surpresa de ninguém, ok?
E aí, gostaram? Espero que sim, estou aguardando ansiosamente a participação de vocês! No fim da semana rola promoção! *_* Seguem os meus quotes ♥!
“Era o único da turma que não tinha algo interessante a contar nas reuniões. Morava sozinho. Sabia o nome de cinco pokemons. Era sozinho.” (p. 25)
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“Tinha lido tantos livros que um dos quartos de sua casa se transformara num depósito. Precisava arranjar tempo para organizar tudo e catalogar por autor, por assunto, qualquer coisa. Protelava por preguiça.” (p. 27)
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” – Alô! Você está bem? – perguntou, estranhando a situação.
- Ai, você de novo não! Agora não! Tchau.
- Por favor, não desliga não. Tô preocupado contigo.
- Comigo? Como assim? Você nem me conhece! E, além do mais, vocês homens são uns escrotos. Não quero saber.
- Bem… Desculpa, mas é que você tava tão fora desse mundo. Vi o jeito que você saiu da aula hoje e…
- Tá bom. Tô bem, ótima, linda, maravilhosa e não tem nada que você possa fazer. Me deixa em paz.
E desabou novamente no choro.” (p. 57)
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” – Não sou muito chegada a crianças – disse ela.
- Nem eu. Aliás, eu acho o meu sobrinho um pentelho. Taí, pensando bem, não vou sair com ele. E ele quer assistir ao “Freiras do Full Contact 7 – o retorno”. Eu assisti ao “Freiras 6 – o julgamento final” e não foi bom, muito violento – era bom para inventar nomes escrotos para filmes – Vamos combinar que horas então?” (p. 69)
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“E lá veio o japa com a comida. Fez o sinal da cruz mentalmente. Tinha este hábito quando batia o desespero. Era como uma caravela, cheia de pedaços de salmão, atum, algas, polvos, lulas e uma erva que quase o matou, de tão forte. Quase dava pra ouvir a súplica dos bichinhos para não serem comidos, de tão crus que estavam. Os poucos pedaços desceram vagarosamente, com ele sentindo como se o rabo de cada bicho fizesse cócegas na sua garganta. Ficou tão enjoado com a comida e com o saquê que não se conteve:
- Sevelino, dois litros de coca-cola, rápido!” (p. 85)
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“Era uma história de amor, sem tempo e nem espaço definidos, sobre duas pessoas que não se sabia como eram, de onde vinham, para onde iam, como se conheceram ou onde estavam em cada momento. Uma bela história…” (p. 141)
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“- Ei, que cara é essa? – perguntou ela.
- Ahn? Nada não. Eu já tinha te perdoado lá no “com licença”.” (p. 177)