The Carrie Diaries é uma série que começou a ser exibida esse ano pela CW. The Carrie Diaries também é o primeiro livro da série que conta a vida da Carrie Bradshaw, estrela de Sex and the City, na sua adolescência nos anos 80.
Candace Bushnell escreveu os dois primeiros livros da série, ambos já publicados aqui no Brasil pela Galera Record. Eu li e resenhei o primeiro livro da série e, como adoradora de Sex and The City, também adorei conhecer mais da Carrie, antes dela ser, bem, Carrie Bradshaw exatamente – Aliás, um adendo: o livro de Sex and the City é tenso, e a série é ótima. No caso de The Carrie Diaries, tanto o livro como a série são muito bons, apesar de suas diferenças.
O que eu acho mais interessante e, ao mesmo tempo, mais difícil de analisar entre um livro e uma série baseada nesse livro é o ritmo dos acontecimentos. É óbvio que uma cena de cinco segundos na série pode ser uma passagem de cinco páginas no livro, mas, além disso, também tem as diferenças entre prioridades de cena e a construção dos acontecimentos.
Pra vocês que nem leram nem assistiram terem uma ideia, praticamente todo o primeiro livro é passado no episódio piloto da série. E, provavelmente (já que eu ainda não li o segundo livro), já tem também muitas coisas do livro seguinte. O piloto faz uma apresentação rápida de todos os personagens e problemas que figuram no livro e que serão explicados durante a série.
Se por um lado eu gostei desse piloto por mostrar melhor a década de 80, ter uma trilha sonora incrível e apresentar bem cada personagem, também não gostei por causa do “atropelamento” de acontecimentos em relação ao livro (é, eu sei, eu falei que o ritmo é diferente nas duas mídias, mas POXA, ela já vai pra Manhattan no primeiro episódio!!).
Pra mim, o livro não é apenas um livro teen, porque ele fala da adolescência da Bradshaw, uma personagem-ícone. E ele também não seria tão bom se não fosse na década de 80, onde várias coisas parecem incrivelmente WTF hoje em dia. Mas, principalmente, o final do livro, o gancho para o segundo livro, é ótimo. Duvido muito que o seriado consiga ter o mesmo impacto comigo.
Uma coisa que acontece bastante comigo e que me faz gostar mais (normalmente) do seriado é quando eu reconheço algum ator/atriz que me marcou muito. No caso desse seriado, a Freema Agyeman, que foi a Martha Jones em Doctor (amor) Who, e também a Ellen Wong, que fez o filme de Scott Pilgrim – e que ficou ótima como Mouse, bem do jeito que eu imaginei. Por falar em personagens, adorei a escolha da AnnaSophia Robb pro papel da Carrie. Eu tinha visto tempos atrás que a Blake Lively (de Gossip Girl) tinha sido pensada pro papel, mas lembro de ter pensado que ela é muito estilosa pro estilo de adolescente que a Carrie é no livro.
Se alguém vir esse cinto em algum brechó, pode me dar, hahahaha! Ri litros com o figurino todo, mas tem algumas coisas que eu já vejo normalmente na rua, hahahaha!
E vocês, leram os livros? Vão acompanhar a série? Eu vou! Acredito que valerá a pena! E o que acham das adaptações? São do tipo tradicional, que querem todas as cenas lá na tela exatamente como estão no livro, ou adoram quando tem alguma novidade?



















