“When death tells you a story you really have to listen.”

Eu devo ter lido A menina que roubava livros lá pra 2008. Ao assistir o filme essa semana, confesso que minha opinião sobre a história não mudou muito. Uma história sobre a segunda (ou qualquer) guerra não tinha e continua não tendo apelo pra mim. Não sei porque, acho que sou insensível pra esse tipo de assunto.

Quis ler o livro por causa da promessa de uma personagem louca por livros como eu. Mas achei que a Liesel gostava mais de palavras do que de histórias. Não era bem isso que eu esperava.

Mas dois personagens, um do livro e um do filme, ganharam minha atenção. Nico Liersch me encantou no filme, com a ternura do Rudy. A amizade dele com a Liesel é linda e a opinião da Morte sobre ele (do livro) me deixa com o coração apertado (“He does something to me, that boy. Every time.”), mas o que realmente me ganhou foi o ator.

No livro, o maior trunfo é o narrador: a Morte. E mesmo eu não gostando muito do contexto da história, gosto muito da narrativa do Zusak e das constatações da morte (“Soon I will clap them together. Just give me a few pages.”). No filme isso se perdeu bastante, foi o que eu mais senti falta.

Bônus: Ahmnat – Os Amores da Morte é outro livro com a Morte como narradora. Leitura fantástica, em todos os sentidos da palavra.

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2 Comentários em “When death tells you a story you really have to listen.”

  1. Eu ainda não vi o filme, mas li o livro e me emocionei demais. Realmente, a narração do Zusak é ótima! Eu adoro e o fato da morte contar uma história realmente chama a atenção.
    Quero muito ver o filme e eu sempre me emociono com temas envolvendo guerra, desde raiva a compaixão.

    Beijos e até

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